sexta-feira, 22 de junho de 2018

Peregrinação de São João Batista pelos bairros na Zona Urbana.










Louve a Deus por ser católico


Confira uma lista incrível de motivos para valorizar sua fé católica

Na barriga da mãe, é consagrado.
Quando nasce, é batizado.
Quando cresce, faz a Primeira Comunhão.
Cresce mais um pouco, é crismado.
Chega a fase adulta, segue a vocação.
Se é família, sacramento do Matrimônio.
Se é sacerdócio, sacramento da Ordem.
Durante toda a vida, o perdão na Confissão.
Quando adoece, Unção dos enfermos.
À beira da morte, recebe o Viático.
Depois de morto, oração junto ao corpo.
Os anos passam e é lembrado nas Missas.
Ser Católico é como diz o salmo 90,1:
“Aquele que habita sob a proteção do Altíssimo e vive à sombra do Onipotente”.
Louvo a Deus todos os dias por ser Católico.
(Pe. Gabriel Vila Verde)

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Oração a São Lucas para quem vai passar por uma cirurgia

O padroeiro dos médicos é conhecido por sua poderosa intercessão

Qualquer procedimento cirúrgico causa pavor, né? Isso porque não sabemos o que vai acontecer ou se a operação será bem sucedida. Aconteça o que acontecer, Deus estará conosco. Nestes momentos de medo e insegurança por causa de um problema de saúde, podemos invocar Jesus através da intercessão de São Lucas, que, segundo a tradição, era médico.
A devoção ao santo é comum entre os profissionais da Medicina e por aqueles que são submetidos a tratamentos e cirurgias.
Aqui está uma oração comum ao santo padroeiro dos cirurgiões, pedindo que os médicos sejam capazes de “curar os males do corpo e do espírito”. Reze por você e por quem estiver precisando!

São Lucas, que foste o mais santo dos médicos,
também foste encorajado pelo Espírito celestial do amor.
Ao detalhar fielmente a humanidade de Jesus, mostraste Sua divindade e Sua genuína compaixão por todos os seres humanos.
Inspira nossos médicos com seu profissionalismo e com a divina compaixão por seus pacientes.
Capacita-os a curar os males do corpo e do espírito, que afligem tantos em nossos dias.
Amém.

Você sabia que a Copa do Mundo foi criada por um católico?

Ele acreditava que o esporte poderia unir o mundo

A Copa do Mundo da FIFA é um dos eventos esportivos internacionais mais esperados e estima-se que dezenas de milhões de telespectadores assistam à edição de 2018. O que poucos sabem é que um católico francês criou este campeonato.
Trata-se de Jules Rimet, nascido em 14 de outubro de 1873 na aldeia francesa de Theuley. Quando era criança, ele foi coroinha na igreja local e, aos dez anos, mudou-se para Paris, pois a sua família estava procurando uma oportunidade de ter uma melhor qualidade de vida em meio à crise econômica.
Segundo informou o ‘Catholic Herald’, em 1891 quando o Papa Leão XIII lançou a sua encíclica “Rerum Novarum”, o jovem Rimet e seus amigos se sentiram questionados pela preocupação do Pontífice ante a miséria na qual viviam as classes trabalhadoras e pela falta de reformas trabalhistas.
Inspirados pelo texto, o rapaz e seus companheiros fundaram uma organização para oferecer assistência social e médica aos mais pobres. Mesmo já tendo se tornado um exitoso advogado, Rimet continuou fazendo obras de caridade.
O jovem francês também adorava os esportes e tinha a firme convicção de que eles uniam as pessoas, independentemente da raça e da classe social. Aos 24 anos, fundou um clube esportivo chamado “Red Star”.
Em 1904, o advogado francês ajudou a fundar a Fédération Internationale de Football Association (Federação Internacional de Futebol ou FIFA). Quis organizar um campeonato internacional, mas o início da Primeira Guerra Mundial atrasou os seus planos.
Rimet participou da frente de batalha durante quatro anos e foi premiado com a Cruz de Guerra, uma condecoração militar francesa concedida aos que se destacaram por seus atos de heroísmo.
Rimet se tornou presidente da FIFA em 1921 e permaneceu durante 33 anos no cargo, o período de mandato mais longo na história da federação. Seus ideais sobre o esporte o motivaram a criar, em 1928, a Copa do Mundo, que foi disputada dois anos depois pela primeira vez no Uruguai. Jules Rimet levou à América do Sul o troféu que recebeu o seu nome até 1970, quando o desenho da taça foi modificado para o que é entregue atualmente.
O advogado católico liderou a FIFA até 1954 e, em 1956, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz, por ter fundado a Copa do Mundo.
Rimet faleceu na França em 1956, aos 83 anos.
No livro “Uma História do Futebol em 100 Objetos”, Yves Rimet, seu neto, recordava-o como um “humanista e idealista, que acreditava que o esporte podia unir o mundo. Comparado com as pessoas da sua época, ele percebeu que, para ser realmente democrático e envolver as massas, o esporte internacional deveria ser profissional”.
Em entrevista ao jornal ‘The Independent’ em 2006, Yves afirmou que o seu avô “ficaria decepcionado ao ver que, atualmente, o futebol se converteu em um negócio dominado pelo dinheiro. Essa não era a sua visão”.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

O mistério da casa de Nossa Senhora

Comprovações científicas surpreendentes sobre a transladação da Santa Casa de Nossa Senhora de Nazaré até Loreto

Em Loreto, Itália, se venera a Santa Casa: quer dizer o edifício onde Nossa Senhora nasceu, viveu e recebeu o anjo São Gabriel na Anunciação, momento em que o Sim da Virgem permitiu a Encarnação do Verbo e o início da Redenção do gênero humano.
Em Nazaré, Terra Santa, sob a cúpula da igreja da Anunciação também se venera o local onde aconteceu este sublime mistério.
Gruta da Santa Casa, Nazaré, Palestina, igreja da Anunciação
Como se explica essa aparente duplicidade de endereços?
A contradição, ou superposição de atribuições, encerra maravilhosos fatos religiosos, notadamente a translação da Santa Casa de Nazaré até Loreto por obra dos anjos.
Mas, o que diz a ciência a respeito?
Não é tarefa da ciência declarar se um fato foi miraculoso ou não, se foram os anjos ou não. Mas, analisar a realidade segundo seus métodos, instrumentos e objetivos próprios.
E as ciências trabalhando sobre o mistério da Santa Casa de Nossa Senhora vêm trazendo a lume revelações materiais que explicam o acontecido e reforçam a fé e um modo maravilhoso.
Eis um apanhado de algumas descobertas feitas nas últimas décadas.
O Altar dos Apóstolos na Santa Casa
O arquiteto Nanni Monelli e o Pe. Giuseppe Santarelli, diretor-geral da Congregação da Santa Casa de Loreto, constataram que as pedras que se encontram na Gruta da Anunciação, em Nazaré, Terra Santa, têm a mesma origem da pedra do altar dos Santos Apóstolos que está na Santa Casa de Loreto, na Itália.
O Altar dos Apóstolos é constituído por uma pedra – hoje coberta por uma grade de metal – trabalhada em estilo nabateano, típico da Palestina.
E leva esse nome porque nele os Apóstolos teriam celebrado a Missa quando iam a Nazaré visitar a casa de Nossa Senhora.
Protegido pela grade sob o altar novo: Altar dos Apóstolos
O Prof. Giorgio Nicolini, especialista na matéria, é o autor do livro La veridicità storica della miracolosa Traslazione della Santa Casa di Nazareth a Loreto (“A veracidade da milagrosa trasladação da Santa Casa de Nazaré a Loreto”).
Ele explicou à agência Zenit que “sobre a autenticidade da Santa Casa de Loreto enquanto verdadeira Casa de Nazaré de Maria jamais houve dúvida alguma, a não ser da parte daqueles que não conhecem os estudos científicos a respeito.
“Isso é tão verdadeiro que todos os Sumos Pontífices, durante sete séculos, confirmaram a autenticidade com solenes atas canônicas de aprovação”.
Nicolini acrescentou que este estudo sobre o Altar dos Apóstolos “é importante porque, além de proporcionar uma ulterior prova da autenticidade da Santa Casa de Loreto como a Casa de Maria em Nazaré, proporciona também uma prova ainda mais espetacular da milagrosa trasladação da Santa Casa de Nazaré”.
Percurso do Altar e das paredes de Nazaré até Loreto
Percurso da Santa Casa desde Palestina até Loreto
Percurso da Santa Casa desde Palestina até Loreto
A tradição sempre afirmou que entre 1291 e 1296 três paredes da Santa Casa de Nazaré foram miraculosamente transportadas a “vários lugares” pelo ministério angélico.
Isto está registrado em documentos antigos nos quais se fala da presença desse Altar unido às três paredes.
Por exemplo, em Tersatto, Dalmácia (hoje Trsat, Croácia), onde a Santa Casa esteve entre 10 de maio de 1291 e 10 de dezembro de 1294.
Por isso pode se afirmar que houve um duplo milagre.
Primeiro: o transporte milagroso das três santas paredes na sua integridade;
e, em segundo lugar, junto com elas, mas como um objeto distinto da casa, o Altar dos Apóstolos.
Santa Casa de Loreto
Santa Casa de Loreto
Em seu livro, Nicolini demonstra que do ponto de vista histórico e arqueológico pelo menos cinco translações milagrosas ficaram constatadas de modo indiscutível entre 1291 e 1296.
primeira levou a Santa Casa até Tersatto (Croácia);
segunda até Posatora (província de Ancona, Itália);
terceira até a floresta da senhora Loreta, na planície que está sob a atual cidade de Loreto (cujo nome deriva precisamente do nome dessa senhora);
quarta até a roça de dois irmãos sobre o morro lauretano (conhecido também como Monte Prodo);
e a quinta até uma estrada pública, onde ainda se encontra sob a cúpula da magnífica basílica posteriormente construída em volta.
Todas estas mudanças foram registradas nos diversos lugares por testemunhas oculares contemporâneas.
Maqueta da casa de Nazaré
Maquete da casa de Nazaré
As mudanças foram rigorosamente controladas pelos Bispos diocesanos da época, que emitiram pronunciamentos canônicos sobre a veracidade dos fatos e dos testemunhos.
Para maior confirmação ainda ficam as igrejas construídas nos diversos locais na época das mudanças e consagradas pelos Bispos de Fiume, Ancona, Recanati, Macerata e Nápoles, entre outros.
Nicolini esclareceu que em Loreto se encontram apenas as três paredes que constituíam o quarto de Nossa Senhora, geralmente chamado de Santa Casa, local onde aconteceu a Anunciação.
A quarta parede do quarto é a gruta, a qual pode ser visitada na igreja da Anunciação em Nazaré, Terra Santa. Ali só ficaram a gruta e os alicerces da Casa.
Enquanto em Loreto se venera a Casa desprovida de seus alicerces, em Nazaré ficaram a gruta e os alicerces sem a casa.
Análise de pedras, tijolos e argamassa

Loreto: a Santa Casa. O altar ocupa o lugar da gruta que ficou em Nazaré
Loreto: a Santa Casa. O altar ocupa o lugar da gruta que ficou em Nazaré
Ao mesmo tempo em que a análise química da massa que une as pedras apresenta características típicas da zona de Nazaré, sua homogeneidade exclui qualquer possibilidade de uma hipotética desmontagem e remontagem das pedras.
A massa foi feita com sulfato de cálcio hidratado (gesso) engrossado com pó de carvão de madeira, segundo uma técnica utilizada na Palestina há 2.000 anos, mas jamais empregada na Itália.
Portanto, a Santa Casa chegou a Loreto com as pedras e os tijolos unidos pela mesma massa usada para uni-los há 2.000 anos em Nazaré, assim se encontrando até hoje.
Ensinamento dos Papas sobre a Santa Casa de Loreto
O Bem-aventurado Papa Pio IX escreveu na Carta ApostólicaInter Omnia, de 26 de agosto de 1852:
“Entre todos os Santuários consagrados à Mãe de Deus, a Imaculada Virgem Maria, um se encontra no primeiro lugar e brilha com incomparável fulgor: a venerável e augustíssima Casa de Loreto.
“Consagrada pelos mistérios divinos, ilustrada por inumeráveis milagres, honrada pelo concurso e afluência dos povos, a glória de seu nome atinge toda a Igreja Universal, e constitui muito justamente objeto de culto para todas as nações e para todas as raças humanas.
Beato Pio IX
Beato Pio IX
“Em Loreto venera-se aquela Casa de Nazaré, tão querida ao Coração de Deus, e que, fabricada na Galileia, foi mais tarde separada de suas bases e, pela força divina, trasladada além do mar, primeiro à Dalmácia e logo à Itália”.
E o Santo Pontífice acrescentou: “Exatamente em aquela Casa, a Santíssima Virgem, que por eterna e divina disposição ficou perfeitamente isenta da culpa original, foi concebida, nasceu e cresceu, e o celestial mensageiro A saudou ‘cheia de graça’ e ‘bendita tu és entre todas as mulheres’.
“Exatamente naquela Casa, Nossa Senhora, repleta de Deus e sob a ação fecunda do Espírito Santo, sem perder nada de sua inviolável virgindade, tornou-se a Mãe do Filho Unigênito de Deus”.
Por sua vez, o Sumo Pontífice Leão XIII escreveu no Breve Felix Nazarethana, de 23 de janeiro de 1894:
“Compreendam todos, e em primeiro lugar os italianos, quão especial dom lhes foi concedido por Deus que, com suma providência, subtraiu prodigiosamente a Casa a um poder indigno [N.: refere-se aos muçulmanos] e com um expressivo ato de amor ofereceu-a a eles.
“De fato naquela beatíssima moradia foi sancionado o início da salvação humana, com o grande e prodigioso mistério de Deus se fazendo homem, que reconcilia a humanidade perdida com o Pai eterno e renova todas as coisas”.
E ainda: “Deus quis de tal maneira exaltar o Nome de Maria para tornar realidade neste lugar (Loreto), aquela famosa profecia: ‘Todas as gerações chamar-me-ão bem-aventurada’”.
Numerosos Papas aprovaram ininterruptamente desde o início a veracidade histórica do milagroso traslado da Santa Casa, engajando sua Suprema Autoridade Apostólica: desde Nicolau IV em 1292 até João Paulo II em 2005. S.S. Bento XVI visitou Loreto em 2007.
Entre os primeiros Papas que reconheceram oficialmente o prodígio da translação angélica se destacam Pio II, Paulo II, Sixto IV, Clemente VII, Leão X e Sixto V.

Vídeo: Santa Casa de Loreto: a translação milagrosa e a ciência


Recortes da festa de São João Batista 2018.



















terça-feira, 19 de junho de 2018

O que representam as cores litúrgicas?



Um guia sobre o significado das cores usadas pelo clero e as verdades espirituais que elas simbolizam

Com certeza você já notou: os padres vestem cores diferentes ao longo do ano litúrgico. Mas essas cores não são arbitrárias; refletem um significado profundo para nos indicar um tema espiritual específico.
Desde a antiguidade, quando um sacerdote celebrava o sacrifício da Missa, ele vestia uma grande peça de poncho, chamada casula, que cobria suas roupas comuns. Esta vestimenta se desenvolveu a partir do traje romano comum aos fazendeiros, que recorriam ao grande poncho para protegê-lo das intempéries do clima. No século VIII, a casula passou a ser reservada aos membros do clero e, alguns séculos mais tarde, cores específicas entraram em uso.
As cores foram escolhidas para destacar diferentes verdades espirituais ao longo do calendário da Igreja. Dessa forma, quando alguém assistia à Missa, conseguia associar a cor ao tempo litúrgico ou ao dia que estava sendo celebrado. Isso levou as pessoas a uma compreensão mais profunda da fé e reforçou qualquer lição espiritual que precisasse ser ensinada.
 
Abaixo, apresentamos um guia das cores adotadas pela Igreja no ano litúrgico, bem como seus respectivos simbolismos. Clique em “Abrir a galeria de  fotos” na imagem abaixo e confira: