terça-feira, 4 de julho de 2017

Tríduo em honra a Sagrado Coração de Jesus.



Hoje as 19hs a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição e São João Batista dá Início ao Tríduo em honra a Sagrado Coração de Jesus, que se estende até o dia 06 de Julho, terminando dia 07 com a Missa Solene as 19hs na Igreja Matriz, e a Coração da Imagem de Sagrado Coração de Jesus! 
Desde já o Apostolado da Oração convida a todos os membros e paroquianos a participar!


Confira um pouco do histórico da Capela de São José no Bairro IPE.




A construção da Capela de São José se iniciou no ano de 1994, tendo seu alicerce erguido com a ajuda do movimento franciscano, sendo assim, construída e concluída no ano de 1996 com a colaboração de devotos e moradores da comunidade. Antes de sua construção, as celebrações da palavra e a santa missa era realizada no antigo alpendre da residência do Sr. Benedito Lourenço, um dos grandes precursores dessa conquista. Nessa época, os senhores Jorge Torres (Hoje diácono), Rosa Chaves e outros leigos deram grande contribuição para a evangelização do Bairro IPE, antes um dos bairros mais periféricos do município de Apodi. A escolha do padroeiro se deu pelo fato de que na época, em Apodi, não existia ainda uma comunidade que tivesse o santo São José como patrono. A capela possui e já possuiu os seguintes grupos e movimentos:
- CORAL JAV (Juventude, amor e vida): Um grupo de jovens formado na época da construção da capela para ajudar na liturgia de canto e trabalhos de evangelização. Antes, o grupo "Juventude, amor e vida" era composto por mais de 20 componentes e já chegou a ser denominado "Auxiliar", porém não demorou muito para retornar ao seu nome de origem. Atualmente, intitulado como "Coral JAV" é composto por 4 cantores e 2 músicos, sendo referência na parte da liturgia de canto da Igreja Matriz.
- Grupo de crianças "Deus te ama": Já extinto.
- Grupo de adolescentes "Mensageiros da paz": já extinto.
- Grupo CCJ (Crianças a caminho de Jesus): Também já extinto.
- Legião de Maria: Composta por senhoras que fazem um belo trabalho evangelizador na comunidade.
- Líderes da Pastoral da criança.
- Grupo do terço dos homens.
- Movimento das mãos ensanguentadas de Jesus e Mãe Rainha.
- Coroinhas: Ellen Kayane e Maria Luíza.
- Catequese: Antes, existia membros da capela que catequizava as crianças, hoje em dia, a escola Lar da Criança ajuda com esse trabalho de catequização.
- Ministros da eucaristia: Composta pelos Srs. Benedito Lourenço e Maria Rita.
- Ministros da palavra: Compostos Pela Sra. Eleusa Gurgel e pelo Sr. Benedito Lourenço.
Ao decorrer do tempo, a capela passou por algumas mudanças estruturais, dentre elas: A modificação do piso em 2007, a construção do altar mor em 2009, a ampliação da sacristia em 2015 e a reforma externa da capela em 2016. Hoje em dia, a festa de São José é uma das que mais atraem devotos na cidade e a missa realizada em todos os domingos às 6 horas só fez fortalecer a espiritualidade existente nos fiéis da comunidade e cidade.

Fonte; Capela do IPE.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Óbolo de São Pedro: contribuição para as obras de caridade do Papa


Neste domingo (2), será celebrada em todo o Brasil a solenidade dos apóstolos São Pedro e São Paulo comemorado dia 29 de julho. Na ocasião, tradicionalmente é realizada a coleta do Óbolo de São Pedro, ajuda econômica que os fiéis oferecem ao papa em favor das obras de caridade e dos mais necessitados.
As doações realizadas nas paróquias anualmente pelos católicos são destinadas as obras sociais, a iniciativas humanitárias e de promoção social. Essa oferta é a expressão mais significativa da participação dos fiéis nas iniciativas de caridade da Igreja no mundo. Também é possível contribuir em qualquer momento, no site do Vaticano.
“É de suma importância que nossas comunidades abracem essa proposta da Igreja, toda ajuda, por menor que seja, é muito importante. O óbolo não é mais uma forma de fazer caridade, mas é a caridade que é feita na comunhão da Igreja apostólica, todos olham para os necessitados com o olhar de Pedro”, ressalta o secretário executivo das Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Luis Fernando da Silva.
De acordo com o Vaticano, o Santo Padre, enquanto Pastor da Igreja, se preocupa também com as necessidades materiais de dioceses pobres, institutos religiosos e fiéis em graves dificuldades (pobres, crianças, idosos, marginalizados, vítimas de guerras e desastres naturais; ajudas particulares a Bispos ou Dioceses em necessidade, educação católica, ajuda a refugiados e migrantes, etc.).
“O óbolo de São Pedro é uma expressão da comunhão da Igreja com o sucessor do apóstolo Pedro. Por meio da comunhão dos bens asseguramos ao Santo Padre o Papa Francisco fazer a caridade a muitas realidades carentes da Igreja”, diz padre Luis Fernando da Silva
A inspiração da prática do óbolo remonta à Igreja primitiva: “a base primeira para a manutenção da Sé Apostólica deve ser constituída pelas ofertas dadas espontaneamente pelos católicos de todo o mundo, e eventualmente também por outras pessoas de boa vontade. Isto corresponde à tradição que tem origem no Evangelho (Lc 10,7) e nos ensinamentos dos Apóstolos” (1 Cor 11,14) – Carta de João Paulo II ao cardeal Secretário de Estado, 20 de Novembro de 1982.
O hábito de apoiar materialmente aqueles que têm a missão de ajudar os que têm a missão de anunciar o Evangelho e cuidar dos necessitados nasce com o próprio cristianismo. Nos finais do século VIII, os anglosaxões decidiram enviar de maneira estável uma contribuição anual ao Santo Padre, o chamado “Denarius Sancti Petri” (Esmola a São Pedro). Então, em 5 de Agosto de 1871, o Papa Pio IX reconheceu oficialmente o Óbolo de São Pedro com a encíclica “Saepe Venerabilis”.
A partir de 2016, a Santa Sé decidiu tornar o Óbolo de São Pedro mais acessível e criou o site e canais nas redes sociais dedicados a esta milenar tradição. No Twitter, o Óbolo de São Pedro está presente em três línguas: italiano, inglês e espanhol. No Instagram é único.
Com informações do Vaticano e da Rádio Vaticano

Fonte: Diocese de Santa Luzia

O Clero Diocesano estará reunido no Santuário Rainha do Sertão, no Ceará.




Este mês de julho é marcado de modo particular pelo Retiro Anual do Clero de nossa Diocese. Todos os anos realizamos um encontro para o silêncio, oração, escuta da Palavra de Deus e comunhão fraterna do bispo com seu presbitério. Para favorecer um melhor recolhimento e a índole própria de “retirada para um deserto fecundo”, o retiro deste ano será no Ceará, mais precisamente na Rainha do Sertão, em Quixadá. Acontecerá conforme o costume, na primeira semana do mês, de 03 a 07.

Sabemos que o próprio Jesus “consagrou o deserto”, tornando-se uma prática constante durante a missão. Ora sozinho em intimidade com o Pai, ora em oração com os apóstolos. A vida e a missão do Mestre e Senhor foram marcadas por essa dinâmica que revela a contemplação, o silêncio como fonte da vida cristã e da evangelização. Assim o sendo, torna-se ainda mais para a vida sacerdotal que é chamada a estar intimamente unida a Ele pela oração pessoal, pelos sacramentos e no apostolado que nos foi confiado pela consagração da ordenação sacerdotal. 
Para nos ajudar nesta pausa restauradora em nosso caminho sacerdotal, foi confiado o Bispo da Diocese de Crateús, Dom Ailton Menegussi. Seguiremos o caminho da oração aprofundando aspectos importantes da vida sacerdotal, desafios no pastoreio e nossa missão. A experiência espiritual e do apostolado de irmãos nossos é muito importante para nossa meditação e discernimento espiritual. O retiro, marcado por silêncio, meditação, partilha, celebração de sacramentos e fraternidade entre o clero, nos fortalece para os desafios da vida espiritual sacerdotal e da missão. Nos reabastecemos de e em Deus para, firmados nEle, vivermos na fé, esperança e caridade. 
Contamos com a oração de todos aos quais estamos unidos espiritualmente e sempre rezamos e particularmente lembramos em nossos retiros para que, na unidade e comunhão, sejamos edificados como Igreja, comunidade dos seguidores de Jesus. Que a Virgem Maria e Santa Luzia intercedam por nós!

Dom Mariano Manzana
Jornal A Luz/Julho/2017

Fonte: Diocese de Santa Luz

Milagre eucarístico na Polônia: hóstia é tecido do coração de uma pessoa em agonia!


Análises laboratoriais: estrutura da fibra do músculo do coração e estrutura do pão estavam interligadas de forma impossível de ser feita por ingerência humana
Todos os dias, em todos os altares do mundo, dá-se o maior milagre possível: o da transformação do pão e do vinho no verdadeiro Corpo e Sangue de Jesus Cristo.
No entanto, ao recebermos a comunhão, podemos tocá-lo apenas pela fé, pois aos nossos sentidos é oferecida somente a forma do pão e do vinho fisicamente inalterada pela consagração.
O que é, então, que o acontecimento eucarístico de Sokólka, na Polônia, proporciona à nossa fé?
Foi em 12 de outubro de 2008, domingo, logo após a beatificação do servo de Deus pe. Miguel Sopocko.
Na Santa Missa iniciada na igreja paroquial de Santo Antônio de Sokólka às 8h30, uma hóstia consagrada caiu das mãos de um dos sacerdotes durante a distribuição da comunhão, junto ao altar. O sacerdote interrompeu a distribuição da comunhão, recolheu-a e, de acordo com as normas litúrgicas, a colocou no vásculum, um pequeno recipiente com água que se encontra normalmente ao lado do sacrário, servindo para o sacerdote lavar os dedos após a distribuição da comunhão. A hóstia deveria dissolver-se nesse recipiente.
A irmã Julia Dubowska, da congregação das Irmãs Eucarísticas, era sacristã em serviço na paróquia. No fim da missa, a pedido do pároco, pe. Stanislaw Gniedziejko, ela despejou o conteúdo do vásculum noutro recipiente, sabendo que a hóstia consagrada levaria algum tempo para dissolver-se, e colocou o outro recipiente no cofre da sacristia da paróquia. Somente ela e o pároco tinham as chaves do cofre.
Após uma semana, em 19 de outubro, Domingo das Missões, a irmã Julia, questionada pelo pároco sobre o estado da hóstia, foi ver o cofre. Ao abrir a porta, sentiu um aroma delicado de pão ázimo. Quando abriu o recipiente, viu a água limpa com a hóstia a dissolver-se e, no meio dela, uma mancha arqueada de cor vermelha intensa, lembrando um coágulo de sangue, uma partícula viva de um corpo. A água permanecia incolor.
A irmã informou imediatamente o padre, que trouxe os sacerdotes locais e o missionário pe. Ryszard Górowski. Todos ficaram surpresos e atônitos com o que viram.
Mantiveram discrição e prudência, não esquecendo o peso do acontecimento, pois tratava-se de pão consagrado que, pelo poder das palavras de Cristo no cenáculo, é verdadeiramente o Seu Corpo. Do ponto de vista humano, foi difícil definir se a forma alterada do fragmento da hóstia era o resultado de uma reação orgânica, química ou de outro tipo.
Imediatamente notificaram o arcebispo metropolitano de Bialystok, dom Edward Ozorowski, que se dirigiu a Sokólka juntamente com o chanceler da cúria, os sacerdotes prelados e catedráticos. Todos ficaram profundamente comovidos com o que viram. O arcebispo mandou proteger a hóstia, esperar e observar o que iria acontecer.
No dia 29 de outubro, o recipiente com a hóstia foi transportado para a capela da Misericórdia Divina, na casa paroquial, e colocado no sacrário. No dia seguinte, por decisão do arcebispo, retirou-se a hóstia com a mancha visível da água, colocou-se num pequeno corporal e em seguida no sacrário. Deste modo a hóstia foi conservada durante três anos até ser levada solenemente à igreja, em 2 de outubro de 2011. Durante o primeiro ano, ela foi guardada em segredo. Foi um tempo de reflexão sobre o que fazer, já que se tratava de um sinal de Deus que era necessário interpretar.
Até meados de janeiro de 2009, o fragmento da hóstia alterada secou de forma natural e permaneceu como coágulo de sangue. Desde então, não mudou de aparência.
Em janeiro de 2009, o arcebispo ordenou que se fizessem análises pato-morfológicas da hóstia, e, em 30 de março, criou uma comissão eclesial para analisar o fenômeno.
O fragmento recolhido da hóstia em forma alterada foi analisado pela professora Dra. Maria Sobaniec-Lotowska e pelo professor Dr. Stanislaw Sulkowski, de forma independente um do outro, com vista à maior credibilidade dos resultados. Ambos são pato-morfologistas da Universidade de Medicina de Bialystok. As análises foram realizadas no Instituto de Pato-Morfologia da mesma universidade. O trabalho dos dois especialistas foi regido pelas normas e obrigações dos cientistas para analisar cada problema científico de acordo com as diretrizes do Comitê de Ética da Ciência da Academia das Ciências Polonesas. As análises foram descritas e fotografadas exaustivamente. A documentação completa foi entregue à Cúria Metropolitana de Bialystok.
Quando foram recolhidas as amostras para análise, a parte não dissolvida da hóstia consagrada estava já embebida no tecido. Porém, a estrutura de sangue acastanhado do fragmento da hóstia não perdeu nada da sua clareza. Este fragmento estava seco e frágil, intimamente ligado à restante parte da hóstia em forma de pão. A amostra recolhida foi o suficiente para realizar todas as análises indispensáveis.
Os resultados de ambas as análises independentes sobrepuseram-se completamente. Concluíram que a estrutura do fragmento da hóstia que foi analisado é idêntica à do tecido do músculo do coração de uma pessoa viva, mas em estado de agonia. A estrutura da fibra do músculo do coração e a estrutura do pão estavam interligadas de forma muito estreita, impossível de se realizar por ingerência humana, conforme declaração da professora Maria Sobaniec-Lotowska.
As análises realizadas provaram que não foi adicionada nenhuma outra substância à hóstia consagrada, mas que o seu fragmento tomou a forma de tecido do músculo do coração de uma pessoa em estado de agonia. Este tipo de fenômeno não é explicável pelas ciências naturais. Já o ensinamento da Igreja nos diz que a hóstia consagrada é o Corpo do próprio Cristo, pelo poder das Suas próprias palavras, proferidas durante a Última Ceia.
O resultado das análises pato-morfológicas datadas de 21 de janeiro de 2009 foi incluído no protocolo entregue à Cúria Metropolitana de Bialystok.
Em seu comunicado oficial, a Cúria Metropolitana de Bialystok afirmou:
“O acontecimento de Sokólka não se opõe à fé da Igreja, mas a confirma. A Igreja professa que, após as palavras da consagração, pelo poder do Espírito Santo, o pão se transforma no Corpo de Cristo e o vinho no Seu Sangue. Além disso, trata-se de um chamamento para que os ministros da Eucaristia distribuam o Corpo do Senhor com fé e cuidado e que os fiéis O recebam com adoração”.
Fonte: Blog do Carmadélio

domingo, 2 de julho de 2017

Mensagem do dia.


Depois de reunir o seu exército para enfrentar os midianitas, Deus resolve mudar os planos e diz a Gideão que tinha gente demais. Então Gideão em obediência ao Senhor, faz uma seleção e ficam apenas 300 homens. Mas o exército dos midianitas era muito maior, e a probabilidade de uma derrota era real. Gideão não tinha dúvida que aquele número não era suficiente e sabia que humanamente seria impossível lutar com esse número reduzido, mas o que Deus faz é tirar tudo em que ele poderia se apoiar. Para firmar o coração de Gideão, Deus queria que ele apenas confiasse e deixasse-O fazer. Para conseguirmos crescer em nossa fé é necessário aprendermos a obedecer a Deus, mesmo sem entender quais são os Seus planos.

Papa no Angelus: ‘Pedro e Paulo foram libertados pelo Senhor’



(ZENIT – Cidade do Vaticano, Abr. 2017).- O Papa Francisco rezou nesta quinta-feira, solenidade dos santos Pedro e Paolo, a oração do Angelus, diante dos fiéis e peregrinos reunidos na Praça São Pedro.
Na alocução que precedeu a oração, o Pontífice ressaltou que
“Os Padres da Igreja amavam comparar os Santos Apóstolos Pedro e Paulo a duas colunas, sobre as quais se apoia a construção visível da Igreja”, indicou o Papa. E disse que “Eles sigilaram com o próprio sangue o testemunho de Cristo com a pregação e o serviço à comunidade cristã nascente. Este testemunho é evidenciado nas leituras bíblicas da liturgia de hoje, que indicam o motivo pelo qual a sua fé, confessada e anunciada, foi coroada com a prova suprema do martírio.”
Francisco lembrou que o Livro dos Atos dos Apóstolos, que conta o evento da prisão e libertação de Pedro. “Ele experimentou a aversão ao Evangelho em Jerusalém onde foi preso por Herodes que tinha a intenção de apresentá-lo ao povo, mas foi salvo de forma milagrosa e pode levar a termo a sua missão evangelizadora, primeiramente na Terra Santa e depois em Roma, dedicando todas as suas forças a serviço da comunidade cristã.”
Também Paulo experimentou hostilidades mas foi libertado pelo Senhor. Enviado por Jesus a várias cidades junto às populações pagãs, “ele encontrou resistências fortes da parte de seus correligionários e também da parte das autoridades civis. Escrevendo ao discípulo Timóteo, reflete sobre a própria vida, o percurso missionário e também sobre as perseguições sofridas por causa do Evangelho”.
“Estas duas libertações, de Pedro e de Paulo -indicou o sucessor de Pedro- revelam o caminho comum dos dois Apóstolos que foram enviados por Jesus a anunciar o Evangelho em ambientes difíceis e em certos casos hostis. Ambos, com seus vidas pessoais e eclesiais, nos mostram e nos dizem, hoje, que o Senhor está sempre ao nosso lado, caminha conosco, nunca nos abandona. Especialmente no momento da provação, Deus nos estende a mão, nos ajuda e nos liberta das ameaças dos inimigos. Devemos nos lembrar que o nosso inimigo verdadeiro é o pecado, e o maligno nos empurra para isso.”
Asim, continuou, “quando nos reconciliamos com Deus, especialmente no Sacramento da Penitência, recebemos a graça do perdão, somos libertados dos vínculos do mal e aliviados do peso de nossos erros. Assim, podemos continuar o nosso percurso de anunciadores alegres e testemunhas do Evangelho, mostrando que nós recebemos por primeiro a misericórdia”.
“A nossa oração hoje à Virgem Maria, Rainha dos Apóstolos, é sobretudo pela Igreja que vive em Roma e por esta cidade que tem como padroeiros os Santos Pedro e Paulo. Que eles  obtenham para essa cidade o bem-estar espiritual e material. A bondade e a graça de Deus sustente todo o povo romano para que viva em fraternidade e concórdia, fazendo resplandecer a fé cristã, testemunhada com coragem pelos Santos Apóstolos Pedro e Paulo.”
Depois de rezar a oração mariana, o Pontífice indicou: “Esta manhã, aqui na praça, celebrei a Eucaristia com os cinco cardeais criados no Consistório de ontem, e abençoei os Pálios dos Arcebispos Metropolitanos nomeados neste último ano, provenientes de vários países. Saúdo e agradeço a todos eles e também aqueles que os acompanharam nesta peregrinação. Eu os encorajei a prosseguir com alegria a sua missão a serviço do Evangelho, em comunhão com toda a Igreja. Nesta mesma celebração, acolhi com afeto os membros da delegação que veio a Roma, em nome do Patriarca Ecumênico, o querido irmão Bartolomeu. Essa presença é sinal dos laços fraternos existentes entre as nossas Igrejas.”
Fonte: ZENIT