segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Esta é a oração do Papa Francisco à Sagrada Família



Em sua exortação apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia, o Papa Francisco faz referências à Sagrada Família de Nazaré como exemplo para as famílias de hoje e termina este documento com uma oração especial dedicada a Jesus, Maria e José.

 

Em seu parágrafo 66, ao citar as palavras de Paulo VI na Alocução em Nazaré em 5 de janeiro de 1964, Francisco recorda que “a aliança de amor e fidelidade, vivida pela Sagrada Família de Nazaré, ilumina o princípio que dá forma a cada família e a torna capaz de enfrentar melhor as vicissitudes da vida e da história”.

“Sobre este fundamento – continua –, cada família, mesmo na sua fragilidade, pode tornar-se uma luz na escuridão do mundo. ‘Aqui se aprende (…) uma lição de vida familiar. Que Nazaré nos ensine o que é a família, a sua comunhão de amor, a sua austera e simples beleza, o seu carácter sagrado e inviolável; aprendamos de Nazaré como é preciosa e insubstituível a educação familiar e como é fundamental e incomparável a sua função no plano social’”.

A seguir, confira a oração do Papa Francisco à Sagrada Família:

Jesus, Maria e José,
em Vós contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
confiantes, a Vós nos consagramos.
Sagrada Família de Nazaré,
tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
autênticas escolas do Evangelho
e pequenas igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré,
que nunca mais haja nas famílias
episódios de violência, de fechamento e divisão;
e quem tiver sido ferido ou escandalizado
seja rapidamente consolado e curado.
Sagrada Família de Nazaré,
fazei que todos nos tornemos conscientes
do carácter sagrado e inviolável da família,
da sua beleza no projeto de Deus.
Jesus, Maria e José,
ouvi-nos e acolhei a nossa súplica.
Amém.

Mensagem Diocese: Feliz Ano Novo! Um ano de 2018 abençoado!


Queremos pedir a Deus a graça, o dom da esperança, da esperança de que juntos possamos construir dias melhores para todo nós. Entremos neste ano novo com uma consciência nova, marcada sobretudo pelos valores do Evangelho. Recordemos aquilo que diz Jesus no Evangelho: 'Eu vim para que todos tenham vida, e vida em abundância'.
Que a cada passo que dermos neste novo ciclo que ora começa, seja passo firme, calcado na determinação, na esperança e, principalmente no amor que é a sensação mais perfeita que Deus nos permitiu sentir.
Feliz 2018. Felizes sejam todos os que fazem parte desta imensa e abençoada família que é a Diocese de Mossoró. Que em cada Paróquia, que em cada Santuário ou Capela, o Amor, a Perseverança e a Misericórdia façam morada definitiva e dê muitos frutos através da disseminação de cada um de nós. Como filhos (as) de Deus, temos o dever de fazer com que nossa família tenha sustentação e esperança para seguir em frente, sem deixar de olhar para o lado e apoiar quem mais precisa de nossa ajuda.

Fonte: Diocese de Santa Luzia

Dom Leonardo: protagonismo dos Leigos e Leigas e a esperança de um Brasil mais cidadão

O novo ano já se aproxima e com ele a esperança da renovação, da mudança e do protagonismo dos cristãos leigos e leigas, já que a Igreja no Brasil vivencia o Ano Nacional do Laicato, iniciado na festa de Cristo Rei, em novembro de 2017.
No programa Igreja no Brasil especial de fim de ano da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que está no ar em todas as emissoras de TV de inspiração Católica, o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da Conferência, dom Leonardo Steiner, deixa uma mensagem de Ano Novo e fala da esperança que a chegada de um novo ano traz. Segundo ele, a Igreja vive do amor do Pai, da proximidade do Filho, da iluminação do Espírito e, por isso, é uma Igreja esperançada.
“A Igreja sempre vive deste amor, desta proximidade, desta luz, e por isso, leva essa luz. Nós sempre temos esperança. Nós temos esperança de um mundo melhor, um Brasil melhor, mais ético, mais político, uma verdadeira política. Um Brasil muito mais próximo, que compreenda melhor os povos indígenas, os quilombolas, os ribeirinhos. Um Brasil que esteja atento às nossas favelas, atento aos pobres e que busque a superação da violência”, destacou.
Em 2018, a Campanha da Fraternidade da CNBB vai trabalhar a temática: “Fraternidade e superação da violência”. A proposta, além de mapear a violência, colocará também em evidência as iniciativas que existem para superá-la, bem como despertar novas propostas com esse objetivo.
Na entrevista, dom Leonardo citou a CF 2018 e disse que o Brasil vive um momento muito difícil, de extrema violência.
“Nós queremos como pessoas de esperança, como uma Igreja esperançada, trabalhar para superação da violência, mas também com o Ano do Laicato que estamos vivendo despertar todos os nossos irmãos leigos e leigas para assumirem a missão da Igreja. Como Igreja serem os anunciadores, como pessoas que ajudam na transformação da sociedade presentes em todos os âmbitos da nossa sociedade, mas ajudem também a superar a violência e criar uma fraternidade maior”, frisou.
Antes de encerrar, o secretário geral da CNBB, deixou uma mensagem de Feliz 2018.
“Todos nós esperamos muito de um ano novo, até sonhamos com um novo ano. Até, às vezes, dizemos: Ano Novo, vida nova. Mas o dia a dia da nossa vida não muda, o que pode mudar é, justamente, nós sermos pessoas transformadas em Cristo, sermos homens e mulheres que atuam mais ativamente na sociedade, que nós sejamos homens e mulheres que ajudem a superar a violência porque no primeiro dia do ano, nós celebramos o Dia Mundial da Paz e nós todos somos necessitados da paz e não apenas na paz que não existe violência, mas a paz como harmonia, a paz como compreensão, a paz como perdão, a paz como fraternidade. Que o ano de 2018 nos ajude a sermos melhores. Deus nos ajude durante o ano de 2018 a sermos homens e mulheres que querem o Brasil melhor e ajude a construir um Brasil melhor. Que o ano de 2018, onde nós teremos eleições, seja um momento em que nós marquemos a nossa presença e escolhamos homens e mulheres que ajudem a construir um Brasil melhor, um Brasil menos corrupto, um Brasil mais ético, um Brasil que realmente cuide de todos os cidadãos. Que Deus abençoe a todos. Um feliz e abençoado Ano de 2018”.

Fonte: Diocese de Santa Luzia 

Reflexão para a Festa da Sagrada Família- Lucas 2,22-40 (Ano B)

Neste domingo em que celebramos a festa da Sagrada Família, a liturgia nos oferece o texto de Lc 2,22-40 para o evangelho, a narrativa do episódio conhecido como apresentação de Jesus no templo de Jerusalém. É importante esclarecer, desde já, que esse texto não é um tratado sobre a família, mas uma maneira de Lucas afirmar a “normalidade” de Jesus: nasceu e criou-se no seio de uma família judaica, condicionado aos costumes e leis da sua época, embora capaz de contradizê-los e até negá-los, conforme a necessidade, como será demonstrado ao longo do Evangelho. É um texto de alta concentração cristológica, no qual são unidos diversos elementos do Antigo Testamento à novidade de Jesus como preparação para o seu reconhecimento como salvador universal, ou seja, “luz das nações” (v. 32).

Por se tratar de um texto bastante longo, não comentaremos cada versículo, mas procuraremos colher a mensagem central em seu conjunto, embora seja necessário evidenciar alguns versículos em particular. É importante, antes de tudo, perceber o contexto para melhor compreender. Esse texto faz parte do chamado “Evangelho da infância”, já em sua parte final. Após a encantadora narrativa do nascimento, com o coro dos anjos e a visita dos pastores (cf. 2,8-20), Lucas menciona a circuncisão do menino no oitavo dia (cf. 2,8,21) e, em seguida, narra a cena da apresentação do menino e a purificação da mãe, conforme o preceito legal judaico, e os testemunhos dos anciãos Simeão e Ana (2,22-40).

Conforme afirmamos anteriormente, esse texto tem uma alta concentração cristológica, ou seja, é Cristo o seu centro, e isso já pode ser percebido no primeiro versículo: “Quando se completaram os dias da purificação da mãe e do filho, conforme a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor” (v. 22). O preceito de purificação era aplicado somente à mãe: quarenta dias após o parto, se a criança fosse menino, e oitenta dias se fosse menina (Lv 12,1-8). Ora, a lei exigia apenas que a mãe se apresentasse ao sacerdote; ao inserir Jesus na cena, Lucas pretende evidenciar a sua importância e centralidade. Quanto ao fato da apresentação, não havia nenhuma prescrição legal para esse gesto. A Lei determinava não prescrevia a apresentação da criança, mas apenas a consagração do primogênito: “Conforme está escrito na Lei do Senhor: todo primogênito do sexo masculino será consagrado ao Senhor”(v. 23 = Ex 13,2). Para essa consagração não havia necessidade de levar a criança ao sacerdote; exigia-se apenas o pagamento do seu resgate (cf. 34,19-20). Ao dizer que Jesus foi apresentado, Lucas quer enfatizar a sua pertença ao Pai.

Um dos temas mais caros ao Evangelho segundo Lucas é a atenção aos pobres. Nesse episódio, esse tema é enfatizado pela descrição da oferta de José e Maria em expiação pela purificação da mãe: “Foram também oferecer o sacrifício – um par de rolas ou dois pombinhos – como está ordenado na Lei do Senhor” (v. 24). A oferta deveria ser de um cordeiro, com exceção para as famílias pobres que podiam oferecer um par de rolas ou dois pombinhos (cf. Lv 12,8), como fizeram José e Maria. Com isso, o evangelista evidencia que Jesus veio pelos pobres, para os pobres e para ficar com os pobres. Sua identificação é clara com os últimos de Israel e, consequentemente, de todo o universo: humildes, pecadores, mulheres, etc.

Para ilustrar a cena, Lucas introduz em sua narrativa dois personagens importantes para a sua criação teológica: Simeão e Ana. Ambos são personalidades corporativas, ou seja, representam uma coletividade: o povo de Israel que permaneceu fiel às promessas de Deus, sobretudo os mais pobres, e que vê em Jesus o cumprimento dessas promessas.

De Simeão, diz Lucas que ele era “justo e piedoso, e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor” (vv. 25-26). Com as credenciais de justo e piedoso, ele é colocado entre aqueles que se mantiveram fiéis ao Senhor, não obstante tantos momentos críticos ao longo da história de Israel e, por isso, esperavam a consolação. Ora, esperar a consolação significa reconhecer e assumir uma situação de tristeza, negação da vida. Por isso, Lucas enfatiza tanto a alegria ao longo do seu Evangelho. Israel vivia uma situação caótica e triste, na qual muitos perderam a esperança e o gosto pela vida. Simeão soube esperar e reconhecer em Jesus o consolo definitivo, a salvação de quem estava literalmente perdido, sem perspectivas, devido a opressão causada pelos poderes vigentes na época, o império romano e a religião oficial de Israel. Vivendo em situação tão adversa e caótica, somente tendo consigo o Espírito Santo, Simeão poderia sentir a libertação definitiva tão próxima. Esse dado é importante: é o Espírito Santo quem credencia o ser humano a acolher a novidade de Jesus e do Evangelho.

Ao dizer que “Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus” (v. 28), Lucas quer afirmar que o velho acolheu o novo, os dois testamentos (alianças) se encontraram e podem, de agora em diante, conviver em harmonia, desde que haja abertura ao Espírito Santo da parte do antigo. O povo da antiga aliança é consolado ao participar da nova aliança, cedendo aos apelos do Espírito Santo. Isso requer um aprofundamento na vivência da fé, graças ao Espírito Santo. Conforme já profetizara Isaías (cf. Is 49,6), Simeão percebe que é preciso abrir mão de certos pensamentos hegemônicos: a glória de Israel é compatível com a luz das nações. Ora, luz é também sinal de glória. Portanto, se Israel encontra sua glória, os povos de todo o mundo são também iluminados, e não dominados, como esperavam os movimentos mais nacionalistas e radicais.

Somente com olhos e coração atentos ao Espírito Santo, era possível afirmar que a salvação foi vista, contemplada. Assim, Simeão e, nele, todo o Israel fiel, pode dizer: “podes deixar teu servo partir em paz” (v. 30). De fato, Antigo Testamento deu ao Novo seu lugar! Simeão, ajudado pelo Espírito Santo, antecipa a missão de Jesus e o efeito dessa: ser sinal de contradição e causa de queda e reerguimento para muitos em Israel (cf. v. 34). O Evangelho não será acolhido por todos e, portanto, a sua acolhida causará divisão, angústia e, consequentemente, queda e elevação. Na verdade, Lucas está reforçando o que já tinha apresentado no cântico de Maria: o Deus de Israel e de Jesus eleva os humildes e faz cair os soberbos (cf. Lc 1,52ss).

Quando ao que Simeão diz em relação a Maria, a mãe, não é uma profecia em relação ao drama da cruz, como muitas interpretações tradicionais afirmam. A espada é uma imagem da palavra de Deus no Antigo Testamento (cf. Is 49,2). Portanto, será a Palavra de Deus, revelada plenamente em Jesus, a atravessar Maria: o Evangelho dividirá o povo judeu; uns o acolherão, outros não; como imagem e figura de Israel, Maria viverá em si esse drama. A espada aqui é o Evangelho que dividirá o mundo.

Quanto a Ana, seu papel é semelhante ao de Simeão. Ao mencioná-la, Lucas quer enfatizar a importância da mulher na nova aliança, resgatando a importância que a a antiga lhe tinha neglicenciado. Ao qualificá-la como profetisa, o evangelista lhe atribui um papel importante; poucas mulheres receberam esse título no Antigo Testamento (cf. Jz 4-5: Débora; 2Rs 22, 14: Hulda). A sua idade é bastante significativa: 84 anos, o que significa 7 vezes 12, ou seja, Israel (número 12) chegando a sua perfeição (número 7); portanto, Ana representa é o Israel ideal que encontrou em Jesus a sua razão de ser. Por isso, ela “pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém” (v. 38). O louvor é consequência de quem se reencontra com a alegria e o gosto pela vida, algo que Lucas valoriza bastante em sua obra (Evangelho e Atos). Ana, ao louvar, se solidariza com todos aqueles que esperavam a libertação. Ora, libertação é o desejo de quem se sente na escravidão. Ela reconhece Jesus como a libertação definitiva de quem se encontrava escravizado pelo império romano e pela religião judaica.

Diante de tudo o que se dizia do menino, a reação dos seus pais não poderia ser diferente: estavam maravilhados (v. 33). Assim como Simeão e Ana, José e Maria também estavam cansados da vida com suas mazelas, exploração e desencantos. Porém, mantiveram a esperança viva; não desanimaram, esperaram no Senhor e viram a libertação e a consolação. Por isso, são para nós testemunhas autênticas de um Deus que não deixa de cumprir as suas promessas.

A grande lição desse belo texto evangélico é exatamente essa: em Jesus, as promessas de Deus são realizadas, o Antigo Testamento é cumprido, porém, de modo surpreendente: a mensagem salvífica de Jesus é tão grande que Israel não é capaz de comportá-la; por isso, transcende, é luz para todos os povos!

Maravilhar-se é admirar-se, encantar-se. Somente o que é grandioso e novo pode encantar realmente. É olhando para as raízes de Jesus e, ao mesmo tempo, indo além, que somos chamados a testemunhá-lo com amor, alegria e determinação, na certeza de que n’Ele, somos consolados e libertados!


Mossoró-RN, 30/12/2017, Pe. Francisco Cornelio F. Rodrigues
Fonte: Diocese de Santa Luzia

domingo, 31 de dezembro de 2017

Encerramento da festa da Sagrada Familia em Paulo Canapum



Confraternização natalina de catequese em Melancias.










Conheça histórias de casais que foram santos

Exemplos em que devemos nos espelhar

A família é, antes de tudo, uma grande escola de virtudes. Também é na Sagrada Família que devemos nos espelhar. Falando em modelo, exemplo e família, veja abaixo uma lista de casais que tiveram grande modelo de Santidade. Confira quantas histórias legais.

José e Maria

O mais famoso casal da Igreja, José e Maria viveram unidos no mesmo ideal de servir a Deus. Embora José seja pai adotivo de Jesus, porque Jesus nasceu por obra e graça do Espírito Santo, não deixou de cumprir com responsabilidade os seus deveres de pai. Assistiu-o desde o nascimento em Belém e até mesmo ensinou a Ele o ofício de carpinteiro. Um dos aspectos marcantes é que de início, a gravidez da noiva Maria o deixara abismado.
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Ciente da absoluta honestidade dela, não a quis repudiar expondo-a à suspeita pública. Resolveu abandoná-la, sair de cena correndo o risco de ser ele julgado o infiel pelos conhecidos. Nisso, uma revelação particular o levou a assumir imediatamente a Virgem como sua esposa.

Santa Ana e São Joaquim (Os avós de Jesus)

A santidade de Maria atesta a santidade de seus pais. Maria, ao nascer, não só tirou dos ombros dos pais o peso de uma vida estéril, mas ainda recompensou-os pela fé, ao ser escolhida no futuro para ser a Mãe do Filho de Deus.
Ana e seu marido Joaquim já estavam com idade avançada e ainda não tinham filhos. O que, para os judeus de sua época, era quase um desgosto e uma vergonha também. Mas Ana e Joaquim não desistiram. Rezaram por muito e muito tempo até que, quando já estavam quase perdendo a esperança, Ana engravidou. Não se sabe muito sobre a vida deles, pois passaram a ser citados a partir do século II.

Luigi e Maria Beltrame

O Casal se conheceu em Roma quando eram adolescentes e se casaram na basílica Santa Maria Maior em 25 de novembro de 1905.
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Em 1913, a jovem família atravessou um momento doloroso e bastante incerto quando a gravidez de Maria teve sérias complicações e os médicos diagnosticaram que nem mãe e nem filho sobreviveriam a um parto. Ainda que os doutores manifestassem que o um aborto poderia salvar a vida de Maria, o casal preferiu confiar na proteção divina. E embora a gravidez tenha sido dura, tanto mãe como filho milagrosamente sobreviveram.
Mas, segundo fontes da Congregação para a Causa dos Santos, existe outro casal de esposos que poderia ser elevado aos altares: Louis e Zelie Martin, os pais de Santa Teresa de Lisieux.

Louis e Zelie Martin (Pais de Santa Teresinha)

Os Santos esposos Luís Martin e Maria Zélia Guérin viveram o serviço cristão na família, construindo dia após dia um ambiente cheio de fé e amor; e, neste clima, germinaram as vocações de três das filhas, entre elas, Santa Teresinha. Eles tiveram nove filhos, sete meninas e dois meninos
© Office Central de Lisieux
Zelie faleceu de um câncer de mama, quando Santa Teresinha ainda era uma criança de quatro anos, Louis faleceu no após perder as faculdades mentais e esteve internado no sanatório de Caen. O Papa Francisco canonizou o casal em 18 de outubro de 2015, meio ao Sínodo Ordinário dos bispos que tratou do tema da família.

São Zacarias e Santa Isabel

Conta-nos o evangelista São Lucas que eram anciãos e não tinham filhos. Sendo assim recorreram à força da oração, por isso conseguiram a graça que superou as expectativas. Anunciado pelo Anjo Gabriel e assistido por Nossa Senhora, nasceu João Batista; um menino com papel singular na História da Salvação da humanidade: “pois ele será grande perante o Senhor e será repleto do Espírito Santo desde o seio de sua mãe (Santa Isabel). Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus” (Lc1, 15s).
Fonte: Aleteia